segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Rio Grande cumprindo com o seu papel!

No final de semana dos dias 21/08 e 22/08, o Capítulo Rio Grande não descansou! Na sexta-feira, os membros do Capítulo Rio Grande realizaram junto da Escola José Alvares de Azevedo mais uma partida de goalball! Para prestigiar nossa atividade, contamos com a presença do irmão Mestre Conselheiro Estadual, Pedro Hablich, onde pode fazer parte de uma das filantropias que destacam o nosso Capítulo!
DeMolays com os alunos e professores da Escola!

Nossos irmãos participando da atividade, levando um banho de bola!
Equipe da Escola José Alvares de Azevedo dando show!






































Porém, o Capítulo não cessou por aí. No dia 22/08, o Capítulo se fez presente, com a maior comitiva, na instalação do mais recente capítulo da Região Sul, o Capítulo Guardiões dos Tapes nº 894! Um sábado de grande aprendizagem, onde junto dos outros Capítulos da Região Sul, pudemos confraternizar, e disseminar os preceitos de nossa Ordem!


O Capítulo Rio Grande nº 354, deseja aos nossos mais recentes irmãos da cidade de Canguçu, ótimas atividades, bons frutos de seus trabalhos, e que realizem a função de cada jovem DeMolay, ser útil a sociedade!


"Região Sul, a Região mais unida do Rio Grande do Sul!"


domingo, 16 de agosto de 2015

Cerimônia de Iniciação, e Cerimônia em Homenagem aos Pais!

No dia 15 de agosto de 2015, nas dependências da Augusta e Respeitável Loja Simbólica União Constante, o Capítulo Rio Grande realizou a Iniciação de mais 4 jovens, em nossa grande família! Após nossa Cerimônia de Iniciação, nosso irmão Kristen Rover desempenhou o papel de orador na Cerimônia Pública em Homenagem aos Pais, onde emocionou os presentes! Logo após, irmãos e tios contaram relatos pessoais, e expuseram o que era participar da família Capítulo Rio Grande!
Após a Cerimônia Pública, fora realizado um festival de massas, preparado pelo nosso estimado Clube de Mães, Pais e Amigos, contando com a presença dos convidados, DeMolays, tios, tias e Amigos!
Pós Cerimônia Pública, Capítulo unido!
Nossos novos irmãos, com a família DeMolay!
A XXXV Gestão Administrativa dá os parabéns ao nosso Irmão Kristen, pelo grande desempenho, e aos nossos 4 mais novos irmãos, desejando que sua trajetória na Ordem DeMolay seja longa, de grande aprendizagem, boas experiências, e que tragam bons frutos para a sociedade rio-grandina!




domingo, 9 de agosto de 2015

Todo filho é pai da morte de seu pai

"Todo filho é pai da morte de seu pai"
Por Fabrício Carpinejar

"Feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece somente no enterro e não se despede um pouco por dia."

Há uma quebra na história familiar onde as idades se acumulam e se sobrepõem e a ordem natural não tem sentido: é quando o filho se torna pai de seu pai. É quando o pai envelhece e começa a trotear como se estivesse dentro de uma névoa. Lento, devagar, impreciso. 

É quando aquele pai que segurava com força nossa mão já não tem como se levantar sozinho. 

É quando aquele pai, outrora firme e intransponível, enfraquece de vez e demora o dobro da respiração para sair de seu lugar. 

É quando aquele pai, que antigamente mandava e ordenava, hoje só suspira, só geme, só procura onde é a porta e onde é a janela - tudo é corredor, tudo é longe. 

É quando aquele pai, antes disposto e trabalhador, fracassa ao tirar sua própria roupa e não lembrará de seus remédios. 

E nós, como filhos, não faremos outra coisa senão trocar de papel e aceitar que somos responsáveis por aquela vida. Aquela vida que nos gerou depende de nossa vida para morrer em paz.

Todo filho é pai da morte de seu pai. Ou, quem sabe, a velhice do pai e da mãe seja curiosamente nossa última gravidez. Nosso último ensinamento. Fase para devolver os cuidados que nos foram confiados ao longo de décadas, de retribuir o amor com a amizade da escolta. E assim como mudamos a casa para atender nossos bebês, tapando tomadas e colocando cercadinhos, vamos alterar a rotina dos móveis para criar os nossos pais. Uma das primeiras transformações acontece no banheiro. Seremos pais de nossos pais na hora de pôr uma barra no box do chuveiro. A barra é emblemática. A barra é simbólica. A barra é inaugurar um cotovelo das águas.

Porque o chuveiro, simples e refrescante, agora é um temporal para os pés idosos de nossos protetores. Não podemos abandoná-los em nenhum momento, inventaremos nossos braços nas paredes. A casa de quem cuida dos pais tem braços dos filhos pelas paredes. Nossos braços estarão espalhados, sob a forma de corrimões. Pois envelhecer é andar de mãos dadas com os objetos, envelhecer é subir escada mesmo sem degraus. Seremos estranhos em nossa residência. Observaremos cada detalhe com pavor e desconhecimento, com dúvida e preocupação. Seremos arquitetos, decoradores, engenheiros frustrados. Como não previmos que os pais adoecem e precisariam da gente? Nos arrependeremos dos sofás, das estátuas e do acesso caracol, nos arrependeremos de cada obstáculo e tapete.

E feliz do filho que é pai de seu pai antes da morte, e triste do filho que aparece
somente no enterro e não se despede um pouco por dia. 

Meu amigo José Klein acompanhou o pai até seus derradeiros minutos. No hospital, a enfermeira fazia a manobra da cama para a maca, buscando repor os lençóis, quando Zé gritou de sua cadeira:

— Deixa que eu ajudo.

Reuniu suas forças e pegou pela primeira vez seu pai no colo.
Colocou o rosto de seu pai contra seu peito.
Ajeitou em seus ombros o pai consumido pelo câncer: pequeno, enrugado, frágil, tremendo.
Ficou segurando um bom tempo, um tempo equivalente à sua infância, um tempo equivalente à sua adolescência, um bom tempo, um tempo interminável.
Embalou o pai de um lado para o outro.
Aninhou o pai.
Acalmou o pai.
E apenas dizia, sussurrado:
— Estou aqui, estou aqui, pai!
O que um pai quer apenas ouvir no fim de sua vida é que seu filho está ali.

.

domingo, 2 de agosto de 2015

Aniversário do Capítulo Rio Grande!

1º de Agosto de 1998, na ARLS União Constante. 17 anos atrás, jovens, como nós, instalaram o capítulo que hoje, comemora diversos feitos, e anos de muitos bons frutos...

Hoje o Capítulo completa 17 anos! E durante este tempo diversos DeMolays passaram por suas fileiras, ajudando a edificar o que hoje é o nosso Capítulo. Durante nossa reunião de hoje, que contou com a presença de nossos Tios fundadores Aylton de Jesus Rodrigues e Tio Vanderlei, o Mestre Conselheiro Regional Alexander Carvalho, os DeMolays e Tios da cidade de Canguçu e a presença de outros vários DeMolays e Sêniors DeMolays que compartilharam um pouco de suas histórias dentro do Capítulo.

O Capítulo agradece a presença de todos, lembrando a todos que #DeMolayNãoPara

domingo, 26 de julho de 2015

O Mito da Caverna

Dando continuidade ao projeto de expor um pouco da área filosófica com que a Ordem DeMolay trabalha, hoje temos mais um texto, ''O Mito da Caverna'', boa leitura!

O Mito da Caverna
Extraído de "A República" de Platão Imaginemos uma caverna subterrânea onde, desde a infância, geração após geração, seres humanos estão aprisionados. Suas pernas e seus pescoços estão algemados de tal modo que são forçados a permanecer sempre no mesmo lugar e a olhar apenas a frente, não podendo girar a cabaça nem para trás nem para os lados. A entrada da caverna permite que alguma luz exterior ali penetre, de modo que se possa, na semi-obscuridade, enxergar o que se passa no interior. A luz que ali entra provém de uma imensa a alta fogueira externa. Entre ele e os prisioneiros - no exterior, portanto - há um caminho ascendente ao longo do qual foi erguida uma mureta, como se fosse a parte fronteira de um palco de marionetes. Ao longo dessa mureta-palco, homens transportam estatuetas de todo tipo, com figuras de seres humanos, animais e todas as coisas. Por causa da luz da fogueira e da posição ocupada por ela os prisioneiros enxergam na parede no fundo da caverna as sombras das estatuetas transportadas, mas sem poderem ver as próprias estatuetas, nem os homens que as transportam. Como jamais viram outra coisa, os prisioneiros imaginavam que as sombras vistas são as próprias coisas. Ou seja, não podem saber que são sombras, nem podem saber que são imagens (estatuetas de coisas), nem que há outros seres humanos reais fora da caverna. Também não podem saber que enxergam porque há a fogueira e a luz no exterior e imaginam que toda a luminosidade possível é a que reina na caverna. Que aconteceria, indaga Platão, se alguém libertasse os prisioneiros? Que faria um prisioneiro libertado? Em primeiro lugar, olharia toda a caverna, veria os outros seres humanos, a mureta, as estatuetas e a fogueira. Embora dolorido pelos anos de imobilidade, começaria a caminhar, dirigindo-se à entrada da caverna e, deparando com o caminho ascendente, nele adentraria. Num primeiro momento ficaria completamente cego, pois a fogueira na verdade é a luz do sol e ele ficaria inteiramente ofuscado por ela. Depois, acostumando-se com a claridade, veria os homens que transportam as estatuetas e, prosseguindo no caminho, enxergaria as próprias coisas, descobrindo que, durante toda a sua vida, não vira senão sombra de imagens (as sombras das estatuetas projetadas no fundo da caverna) e que somente agora está contemplando a própria realidade. Libertado e conhecedor do mundo, o prisioneiro regressaria à caverna, ficaria desnorteado pela escuridão, contaria aos outros o que viu e tentaria libertá-los. Que lhe aconteceria nesse retorno? Os demais prisioneiros zombariam dele, não acreditariam em suas palavras e, se não conseguissem silenciá-lo com suas caçoadas, tentariam fazê-lo espancando-o e, se mesmo assim, ele teimasse em afirmar o que viu e os convidasse a sair da caverna, certamente acabariam por matá-lo. Mas, quem sabe alguns poderiam ouvi-lo e, contra a vontade dos demais, também decidissem sair da caverna rumo à realidade

quinta-feira, 23 de julho de 2015

O Homem

Com o objetivo de mostrarmos um pouco da área filosófica, com a qual a Ordem DeMolay trabalha, decidimos expor, aqui, em nossa página, textos filosóficos trazidos em reuniões, e indicados por irmãos DeMolays, e Tios Maçons. O texto desta semana é:


 

 O HOMEM

Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de minorá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas dúvidas. Certo dia, seu filho de sete anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo a trabalhar. O cientista, nervoso pela interrupção, pediu ao filho que fosse brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível removê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao seu filho com o objetivo de distrair sua atenção. De repente, deparou-se com o mapa do mundo; era o que procurava! Com o auxilio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva entregou ao filho dizendo: -“Você gosta de quebra-cabeças? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está o mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Faça tudo sozinho.” Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Algumas horas depois, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente: -“Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho.” A princípio o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível na sua idade ter conseguido recompor um mapa, que jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz? -“Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?” -“Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo.”
"Nenhum de nós, é tão bom, quanto todos nós juntos!"






segunda-feira, 20 de julho de 2015

Cerimônia Pública de Posse e Investidura da XXXV Gestão Administrativa!

No dia 18/07/2015, as 19 horas, nas dependências da Augusta e Respeitável Loja União Constante, o Capítulo Rio Grande nº354 realizou a a Cerimônia de Posse e Investidura da XXXV Gestão Administrativa e também foi realizada a Cerimônia das Luzes, executada com grande êxito pelo irmão Hiago Marques.

Após o término das cerimônias, o Clube de Pais, Mães e Amigos do Capítulo Rio Grande realizou um churrasco de confraternização com os convidados, com acompanhamentos e sobremesa. C

A XXXV Gestão Administrativa agradece a presença de todos os convidados, apoio do Clube de Mães, tios maçons e DeMolays presentes! Não esquecendo a presença do nosso Mestre Conselheiro Regional, irmão Alexander Carvalho, vindo prestigiar o Capítulo em seus trabalhos!



Clube de Mães, se fazendo presente em nossas atividades!


Convidados prestigiando um bom churrasco!

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Sábado Solidário - Acolhida Cidadã 2015

        No dia 28 de março de 2015, o Capítulo Rio Grande Nº 354 participou do Sábado Solidário junto com os calouros de Medicina da FURG.
 
       O projeto no Sábado Solidário, como no ano de 2014, foi realizar a arrecadação de alimentos na frente dos principais Supermercados de Rio Grande, tendo como finalidade evitar o trote violento.
 
        A ação foi realizada das 8h às 17h. As doações no final do dia foram encaminhadas ao Banco de Alimentos de Rio Grande, onde a quantidade de 2.700,29 kg de alimentos não perecíveis foram contabilizados e comemorados pelos DeMolays e calouros de Medicina (ATM-2020) que estavam no local.
 
        As doações serão distribuídas entre as entidades carentes de Rio Grande, através do Banco de Alimentos.



Cerimônia Pública de Troca de Gestão

            O Capítulo Rio Grande realizou, no dia 13 de dezembro de dois mil e quinze, sua Cerimônia Pública de Troca de Gestão na Augusta e Respeitável Loja Simbólica Acácia Riograndense. O evento marcou a posse da diretoria da XXXIV Gestão Administrativa,  sendo conferido os cargos de Mestre Conselheiro, Primeiro Conselheiro e Segundo Conselheiro respectivamente aos membros Lucas Costa Vitoria, Henrique Albrecht Pellegrini e Ismael Pinheiro Soares.
            Logo após, o Clube de Mães, Pais e Amigos dispôs um jantar no Salão de Banquetes da Augusta e Respeitável Loja Simbólica Acácia Riograndense.
 

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Filantropia com deficientes visuais

     No dia dez de dezembro deste ano, o Capítulo Rio Grande realizou a filantropia de futebol com deficientes visuais. A filantropia tinha o intuito de realizar uma interação entre os DeMolays e os alunos da Escola de Educação Especial José Alvares de Azevedo.

     O jogo de futebol para deficientes visuais é chamado de Golbol, também conhecido como Goalball, tem cujo objetivo arremessar uma bola sonora com as mãos em direção ao gol do adversário. Cada time joga com três jogadores e todos usam vendas nos olhos. Os atletas usam a audição e o tato: a audição para ouvir a direção que bola está tomando e o tato para se localizar nas linhas marcadas no chão da quadra.

     Foi uma grande tarde, quando os DeMolays tiveram a oportunidade de conhecer o jogo, se divertir e sentir um pouco da dificuldade de não possuir o sentido da visão.

   Por fim, o Capitulo Rio Grande agradece a participação de todos, em especial aos alunos e professores da Escola de Educação Especial José Alvares de Azevedo pela realização desta filantropia!